quinta-feira, 23 de agosto de 2012

BRAPEL - O equilíbrio pela 'diferença' : um 2x2 para ser saboreado.

Foto site Rede Esportiva

OPINIÃO de Beto Vetromille

Foi um clássico disputado e de agrado geral. 

Sem defender paixões, de quem quer que seja , o resultado do BRAPEL 350 ficou de bom tamanho.
Numa noite agradável, Brasil e Pelotas mexeram no placar quatro vezes. Levando-se em consideração que clássico sempre é um jogo apertado e disputado, quatro gols num mesmo confronto é empolgante.Ainda mais que assim, as duas torcidas puderam comemorar seus momentos parciais de vitórias , alternadamente.
Sobre o título desta coluna - O EQUILÍBRIO DA DIFERENÇA - é fácil entender as razões.

Vamos a elas:
- O Pelotas começou seu trabalho de formação do grupo bem depois do Brasil;
- Na Baixada, boa parte deste grupo já atuava nas competições pelo estado e /ou fora dele. Uma equipe que já está avançada em termos de competitividade, devido ao fato de ainda disputar uma competição nacional, bem valorizada por argumentos antes e depois do clássico;
- No Pelotas as condições de formatação de grupo estão ainda em evolução. O time de Beto Almeida ainda tenta definir seus titulares e reservas, com a dificuldade de um número reduzido de jogadores.
- No Brasil, o técnico Rogério Zimmermann pode fazer a opção - " time misto’’ para o clássico, em detrimento de necessitar de toda a força do time para domingo próximo , frente ao Arapongas no PR, onde ainda vai tentar se manter vivo no nacional.
- Arbitragem do clássico, foi ajustada pelas duas direções. Portanto, não entendo como razoável as críticas impostas ao Márcio Chagas da Silva, árbitro que atua até pelo Brasileirão Série A.
- Voltando ao jogo ... uma diferença estava muito bem definida aos olhos de quem vê futebol - o Brasil, por exemplo, já  tinha a equipe mais ajustada e preparada, contra o Pelotas que recém havia contratado seu novo atacante – Sotilli - que participou apenas de pouco mais de 30 minutos do BRAPEL. 

As condições de cada time, em particular, e outras realidades que demostravam um  desequilíbrio nas equipes, sinalizavam que essas diferenças poderiam decidir o jogo, que na opinião geral dos seus participantes entenderam como justo o placar final.

Sobre o trabalho da Imprensa

Aqui não julgo opiniões, embora às vezes divirja de algumas, digo que  no contexto de mobilização para o clássico, está de parabéns, pois trabalhou adequadamente na divulgação e promoção do jogo.

Em especial, vão os cumprimentos aos colegas da Rádio Universidade AM e Alfa FM, pela cobertura das mais de 12 horas de BRAPEL, se levadas em conta , as suas programações matinais, que já falavam no jogo da noite.

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